A Torre da Destruição-Ressignificando a Vida

Interessantíssimo texto sobre o “desengajamento objetivo”. Tudo a ver com o processo libertador proposto pelo ARCANO 16 – A TORRE. 
É preciso viver este arcano em muitos momentos, muitos ciclos de nossas vidas, como experiência  que nos enseja crescimento pessoal.
Muitas vezes é preciso que algo destrua-se a fim de renovar, e dói…como dói…
Ainda que doa, assuste, ela liberta, traz novas oportunidades de entender a nossa própria vida, mas perceber essa mensagem do universo é opção pessoal, o sim e o não dependerá de cada um de nós.
vandalism-423572_1280

O raio, uma força que sobrepuja as nossas, que fulmina a torre, esta se parte, quebra sem volta ! Homens caem, como aqueles que temos guardados dentro de nós, em quartos que deixamos com porta cerradas, mas que na destruição de todo o edifício que mantemos muitas vezes por medo, se rompem. Os homens caem ao solo em um choque que promove transformação.

A vegetação verde e viva no chão sinalizam o renascer que surge após a quebra total, vida nova!

 

Arcano A Torre – Burdel

Muitas vezes pessoas se tornam amargas na vida futura por sonhos mal pensados e focos, metas alimentadas erroneamente. O texto fala das mais velhas, mas é notório um número grande de jovens amargos perante si mesmo e consequentemente perante a vida.

 

The Tower – The Golden Tarot

 

fonte: Conversando con el ser uno

“Desengajar para estabelecer novas metas e não para ficar sem objetivos”, essa é a proposta.

archway-362763_1280

Senti esse texto como que um convite a REssignificar nossos anseios pessoais, libertando-nos de nossas próprias algemas.
Vale muito ler!

Nunca desista dos seus sonhos

” Muitos de nós crescemos ouvindo apresentadores de TV, cantores, personagens de programas infantis e toda espécie de espalhadores profissionais de clichês repetindo à exaustão o mantra: “nunca desista dos seus sonhos”. Há variações, como “persiga os seus objetivos até o fim” ou “tenha fé, que um dia você vai chegar lá”.  Como sempre, sabemos que a intenção é boa – e é importante receber encorajamento desse tipo. Mas é preciso ser racional e equilibrado. Não queremos destruir o sonho de ninguém, mas a ciência nos insta a dizer: nem sempre você vai alcançar os seus objetivos e é preciso aceitar isso. Senão, corre o risco de se tornar um velhinho ranzinza e amargurado.

Séries e filmes vivem explorando a figura do velhinho ranzinza, como Shit my Dad Says e Up. Personagens assim fazem sucesso e parecem divertidos na cultura pop, mas vamos combinar que ninguém curte se imaginar virando um desses na vida real. A amargura na idade avançada não é um comportamento normal que acontece com todo mundo, e sim um indício de depressão. Um estudo da Universidade de Colúmbia Britânica feito pelos psicólogos Erin Dunne e Carsten Wrosch sugere que, no geral, uma das principais causas do mau-humor é essa coisa de perseguir incansavelmente um objetivo que você nunca será capaz de alcançar.

A boa notícia é que dá para evitar que nós nos tornemos velhinhos e velhinhas ranzinzas no futuro se mudarmos a forma como encaramos as coisas desde já. E a principal delas envolve o que os pesquisadores chamaram de “desengajamento objetivo”, ou a decisão de abrir mão de certas metas quando for o caso. O pesquisador Carsten Wrosch deu dicas nesse sentido para o site TheAtlantic.com. Listamos algumas delas:

1. Assuma a responsabilidade pelos seus próprios erros.

Segundo Wrosch, a amargura é consequência de experiências ruins (como falhas, decepções ou fracassos) que são considerados fora do controle. A pessoa se sente vítima do mundo e acha que é impotente frente às situações. Quando reconhecemos que a culpa por coisas assim terem acontecido às vezes é nossa, podemos nos sentir arrependidos e tristes por um tempo – o que é normal, mas passa e, se permitirmos, acaba nos ajudando a tomar decisões melhores no futuro. (Desde que você não pese a mão na autocrítica e comece a se condenar eternamente, como já dissemos anteriormente) Já quando jogamos a culpa em outra pessoa, podemos sentir uma raiva e/ou amargura que vai se acumulando com o tempo.

2. Se você falhou em um objetivo, seja razoável e avalie suas reais chances de conseguir alcançá-lo antes de decidir tentar de novo.
É preciso ser realista. É claro que, muitas vezes, vale a pena persistir em um objetivo e tentar muitas outras vezes até consegui-lo. Passar no vestibular, conseguir uma promoção ou arranjar um emprego em uma área que você deseja pode exigir esforço e muitas tentativas fracassadas antes. Afinal, essas coisas não são fáceis. Mas pode haver ocasiões em que não há muito o que fazer – e a melhor opção é desistir. Caso contrário, o preço a se pagar é a amargura.

3. Se o seu objetivo é pouco realista, parta para outras metas.
O “desengajamento” pode poupar você do fracasso recorrente e das emoções negativas que vêm associadas a isso. Pesquisas mostram que isso tem sido associado a níveis mais baixos de hormônios relacionados ao estresse e menos relatos de problemas de saúde. Mas que fique claro:isso não significa viver por aí sem objetivo – significa estabelecer novas metas. Fazer isso, por sua vez, promove níveis mais elevados de emoções positivas nas pessoas.

4. Se você já costuma culpar outras pessoas, faça as pazes com ela
Além de tomar a responsabilidade pelas coisas que você faz e parar de culpar outros, é importante também fazer as pazes com a pessoa que você costuma culpar pelas suas derrotas. Muitas vezes, você vai precisar delas para resolver o problema (como em um casamento em crise, que necessita do trabalho de ambos os cônjuges para dar certo).

Nota: A amargura também pode ser resultado de algum estresse pós-traumático. Nesse caso, a pessoa se sente intensamente injustiçada e impotente e aí é necessário procurar ajuda psicológica.

fonte: Super Interessante

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>