Façamos Hoje

Para ouvir enquanto lê:

Somos atrevidos e encorajados para a briga, o conflito

Não temos vergonha do azedume, da irritação, da cólera, mas nos envergonhamos de simples gestos de carinho e afeto.

Nos fechamos para o amor, sentimento que nos convida diariamente a dizer “eu te amo”, a dar um cumprimento, seja um ‘Olá, Bom dia!’ para alguém na rua, a manifestarmos um gesto carinhoso quando o nosso coração tanto necessita.

Praga, República Tcheca. Foto: Tato Cunha

Por que tantos receios em manifestar o que é bom? Sintonizamos mais facilmente com a guerra e a obscuridade das coisas quando a temos dentro de nós. Exercitarmos o auto amor é nos dar a chance da paz que tanto almejamos, clareando-nos os passos na senda de uma vida melhor, oportunizando ao outro amá-lo em consequência. Do contrário tudo não passará de ilusão, pois só dou aquilo que verdadeiramente tenho, nem mais, nem menos.

Façamos hoje, é o único momento que temos de fato para isso. O passado não mais existe e o amanhã pode ser diferente.

inspirado pelo Espírito Laurence.

Praga, República Tcheca. Foto: Tato Cunha