Mensagem de Natal

para ouvir enquanto lê com os olhos do coração:

Escolhemos esta mensagem, que retrata, a nosso ver, a excelência desta data, em um tempo que, mesmo diante  de guerras, dor, do mal prevalecendo em muitos corações, o planeta muda de certa forma sua vibração. Há aqueles que exortam o pessimismo, justificando sua conduta  como “ver o mundo como ele é e sem hipocrisias”, todavia, nada mais vêem que a treva na qual vivem, muitas vezes sem perceberem-na, assim somos muitos de nós.
Jesus, o divino exemplo, serve a todos, independente de religião, como referencial ímpar de boa conduta moral e humana. Jamais obrigou a quem quer que fosse a segui-Lo, a ser cristão, somente amar, amar-se a si mesmo e por consequência esse amor seria expresso aos outros.
Jesus, o convite, o companheiro, um exemplo de amor , do verdadeiro amor que ainda não conhecemos!
Quem conheceu a Jesus, jamais foi o mesmo, a história está aí para nos mostrar.
Independente do ano, de seus feitos, deixe pra lá, faça hoje, amanhã, depois e depois. Viver o amor é exercitá-lo incansavelmente, até que ele nos transforme sem que o percebamos.
Não esperemos do mundo a paz que precisamos, nem o amor, nem os aplausos, façamos a nossa parte para que, mais fortes, possamos caminhar a dura senda de espinhos e deliciarmo-nos com o perfume das pétalas das rosas de nosso jardim de amor.


Tenha um excelente natal e que ao sintonizar com essa energia cósmica, percebida com mais ostensividade nessa época do ano devido nossa sintonia, possamos recebê-la na intimidade de nossas almas.
Mensagem recebida por inspiração do Espírito Laurence.

São os votos de Tato Cunha, muita paz !

“Diante do bolo iluminado, abraças, feliz,
os entes amados que chegaram de longe…
Ouves a música festiva que passa, de leve,
por moldura de harmonia às telas da natureza…

Entretanto, quando penetrares o templo da oração,
reverenciando o Mestre que dizes amar,
mentaliza o estábulo pobre.
Ignoramos de que estrela estaria chegando o Sublime Renovador, mas todos sabemos em que ponto da Terra começou ele o apostolado divino.

Recorda as mãos fatigadas dos tratadores de animais,
os dedos calosos dos homens do campo,

o carinho das mulheres simples
que lhe ofertaram as primeiras gotas do próprio leite
e o sorriso ingênuo dos meninos descalços
que lhe receberam do olhar a primeira nota de esperança.

Lembra-te do Senhor, renunciando aos caminhos constelados de luz para acolher-se, junto dos corações humildes que o esperavam, dentro da noite, e desce também da própria alegria, para ajudar no vale dos que padecem..

Contemplarás, de alma surpresa, a fila dos que se arrastam, de olhos enceguecidos pela garoa das lágrimas.
Ladeando velhinhos que tossem ao desabrigo, há doentes e mutilados que suspiram pelo lençol de refúgio na terra seca.

Surgem mães infelizes que te mostram filhinhos nus e crianças desajustadas para quem o pão farto nunca chegou.

Trabalhadores cansados falam do abandono e jovens subnutridos se referem ao consolo da morte…

Divide, porem, com eles o tesouro de teu conforto e de tua fé e nos recintos de palha e sombra a que te acolhes,
encontrarás o Cristo no coração, transfigurando-te a vida,
ao mesmo tempo que, nos escaninhos da própria mente,
escutarás, de novo, o cântico do Natal,
como de repetido na pauta dos astros:

- Glória a Deus nas alturas e boa vontade para com os homens!”

psicografado por Francisco Cândido Xavier. Pelo Espírito Meimei.

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Façamos Hoje

Para ouvir enquanto lê:

Somos atrevidos e encorajados para a briga, o conflito

Não temos vergonha do azedume, da irritação, da cólera, mas nos envergonhamos de simples gestos de carinho e afeto.

Nos fechamos para o amor, sentimento que nos convida diariamente a dizer “eu te amo”, a dar um cumprimento, seja um ‘Olá, Bom dia!’ para alguém na rua, a manifestarmos um gesto carinhoso quando o nosso coração tanto necessita.

Praga, República Tcheca. Foto: Tato Cunha

Por que tantos receios em manifestar o que é bom? Sintonizamos mais facilmente com a guerra e a obscuridade das coisas quando a temos dentro de nós. Exercitarmos o auto amor é nos dar a chance da paz que tanto almejamos, clareando-nos os passos na senda de uma vida melhor, oportunizando ao outro amá-lo em consequência. Do contrário tudo não passará de ilusão, pois só dou aquilo que verdadeiramente tenho, nem mais, nem menos.

Façamos hoje, é o único momento que temos de fato para isso. O passado não mais existe e o amanhã pode ser diferente.

inspirado pelo Espírito Laurence.

Praga, República Tcheca. Foto: Tato Cunha